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Marcus Deminco por Paulo Maximo

Com um Humor ácido e bastante inteligente, Deminco é dono de um léxico invejável, e um pensador numa época em que POUCOS pensam. Sua psicologia existencial revela-se sem se mostrar: nas entrelinhas implícitas das suas frases subjetivas, mas que às vezes assimiladas em sua completitude, transcendem o pensamento e atingem a alma. Ou que, no mínimo, fazem-nos refletir além das palavras, sobre a nossa própria essência. Se o universo tivesse mais alguns exemplares do Deminco espalhados por todas as galáxias, poderíamos ter CERTEZA a respeito não apenas da existência de vida, mas também da inteligência extraterrestre.

paulo

(Paulo Maximo é professor, arranjador, regente, programador, quasi-factotum, Nerd e orgulhosamente portador do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperativi...

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Marcus Deminco por Rodrigo Martiniano

Ler Marcus Deminco tem se revelado uma surpreendente novidade prazerosa e reflexiva. Trata-se de um autor jovem, dinâmico, mas com um domínio extremamente poderoso do idioma e com um estilo tão próprio que o faz inconfundível.  Sua capacidade descritiva é ímpar. Sua verve, por vezes, irônica é um deleite. É olimpicamente preocupado com a cultura e com as formas de difundi-la. Ético e poético, produz uma prosa que tem todas as qualidades de se imortalizar com glórias e passar para a história como verdadeira apoteose: do autor, da obra, da língua.

rodrigo

 

(Rodrigo Martiniano Tardeli é jurista, teólogo, filósofo e professor universitário nos cursos de graduação e pós-graduação em São Paulo-SP).

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Marcus Deminco por Mara Narciso

Quem quiser uma leitura leve e descompromissada deve procurar outro autor. Marcus Deminco é um escritor que nasceu das suas próprias buscas. Quando ele, curioso, intenso e visceral, escreveu “Eu e meu amigo DDA”, distribuiu pelo Orkut informações sobre o Distúrbio de Déficit de Atenção. Angariou simpatia e noutras situações nem tanto, pois a doença é questionada e gera polêmica ainda hoje, quando se discute até a sua existência.

Desde a sua primeira incursão literária, o escritor manifestou coragem, e numa catarse vomitou sua vida de forma literal e quase sem censura. Seu vocabulário era bom, mostrando conhecimentos filosóficos e de psiquiatria...

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