Marcus Deminco por Paulo Maximo

Com um Humor ácido e bastante inteligente, Deminco é dono de um léxico invejável, e um pensador numa época em que POUCOS pensam. Sua psicologia existencial revela-se sem se mostrar: nas entrelinhas implícitas das suas frases subjetivas, mas que às vezes assimiladas em sua completitude, transcendem o pensamento e atingem a alma. Ou que, no mínimo, fazem-nos refletir além das palavras, sobre a nossa própria essência. Se o universo tivesse mais alguns exemplares do Deminco espalhados por todas as galáxias, poderíamos ter CERTEZA a respeito não apenas da existência de vida, mas também da inteligência extraterrestre.

paulo

(Paulo Maximo é professor, arranjador, regente, programador, quasi-factotum, Nerd e orgulhosamente portador do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperativi...

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Marcus Deminco por Rodrigo Martiniano

Ler Marcus Deminco tem se revelado uma surpreendente novidade prazerosa e reflexiva. Trata-se de um autor jovem, dinâmico, mas com um domínio extremamente poderoso do idioma e com um estilo tão próprio que o faz inconfundível.  Sua capacidade descritiva é ímpar. Sua verve, por vezes, irônica é um deleite. É olimpicamente preocupado com a cultura e com as formas de difundi-la. Ético e poético, produz uma prosa que tem todas as qualidades de se imortalizar com glórias e passar para a história como verdadeira apoteose: do autor, da obra, da língua.

rodrigo

 

(Rodrigo Martiniano Tardeli é jurista, teólogo, filósofo e professor universitário nos cursos de graduação e pós-graduação em São Paulo-SP).

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Vertygo – início

TRECHO DO ROMANCE: VERTYGO – O SUICÍDIO DE LUKAS DE CASTRO

Até que uma ínfima curiosidade por desvendar a existência de alguma vida após a morte mostrava-se muito mais atrativo do que simplesmente viver […].

 

 

Domingo – 05h45min.

Morumbi, São Paulo – Brasil.

 

OS PRIMEIROS RAIOS de sol rompiam a barreira do cinzento céu paulistano, e penetravam pelas janelas daquele pequeno quarto e sala sem carregar mais consigo nenhum sinal de renovação. Ali dentro dele, trancafiado na solidão do seu mundo, Lukas de Castro, sequer havia pregado os olhos: mergulhado em morbidez de pensamentos lúgubres e envolto por uma angústia irremediável...

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